“E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Mateus 27.46
“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?...” Salmos 22.1
Gosto do Salmo 22, pois ele mostra o que Jesus pensava quando estava sendo crucificado, pensava também em mim, na realidade sofria também por mim, e espero que também por ti que lês este texto...
Parafraseando parte do Salmo 22:
Meu Deus...
Meu Deus...
Por que me deixas sem auxílio?
Por que não me amparas com a Tua mão?
Por que demoras, e como demoras... em vir em meu auxílio?
Não escutas o meu pensamento, não vês a minha tristeza... ?
Eu te busco de dia... e não me ouves...
Eu te busco a noite... e não me aquieto com a tua resposta...
Mas Senhor, não te ofenda com as minhas petições, eu sei muito bem que és justo e santo, e que o meu presente é uma determinação justa e santa da tua parte.
Em ti confiaram outros e foram livrados, mas a mim livrarás?
Para ti clamaram outros e foram atendidos, mas a mim atenderás?
Sinto-me um verme, vergonha de todos, desprezado por muitos...
Estes que me olham agora zombam de mim... riem da minha fé e dizem: Não confiou no Senhor? Então que agora busque livramento Dele...
Senhor a angústia está perto, e não há quem ajude...
Estou sem forças, com sede, e rodeado de inimigos que me furaram as mãos e os pés...
Olham para mim e balançam a cabeça como se eu fosse caso perdido.
As minhas vestes eles sorteiam e repartem entre si...
Senhor corre... corre em me livrar deste suplício...
Então falarei da Tua fama, e darei fama ao Teu santo nome.
Declararei o Teu nome aos meus irmãos, filhos do Reino, que hoje antevejo, um dia serão muitos, e muitos, enfim serão dentre todas as famílias das nações...
“Todos os limites da terra se lembrarão, e se converterão ao Senhor; e todas as famílias das nações adorarão perante a tua face. Porque o reino é do Senhor, e ele domina entre as nações.” Salmos 22.27-28.
Gosto do Salmo 22, pois ele mostra o que Jesus pensava quando estava sendo crucificado, pensava no reino, pensava num reino vitorioso, e que alcançaria todas as famílias da terra.
Pensava que o seu reino iria crescer e crescer até que todos os limites da terra se lembrariam dele e do seu sacrifício na cruz.
Pensava que o sofrimento do tempo presente não era para se comparar com a grandeza do reino que por hora se iniciava qual semente de mostarda que a partir de 12 homens e depois lentamente se tornaria grande até a ponto de no futuro virar sombra e descanso para todos os homens.
Gosto do Salmo 22, pois dá uma perspectiva de futuro otimista, que me estimula a falar para a minha filha que teremos um grande futuro, que me motiva a falar do Evangelho aos meus conhecidos, amigos do passado, amigos do presente, pois se Ele me chamou para uma nova vida, poderá também estar me usando para chamá-los para o Reino.
Pois o futuro do Reino será de paz, fartura e alegria.
Você já faz parte do Reino?
Ou ainda é escravo do pecado?
“Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.” Mateus 11.28-29
O senhor convida a todos que “... aprendamos com ele...”.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
sábado, 13 de setembro de 2008
É, "é", é "real" e é lembrança...
"E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomais, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim." 1 Coríntios 11.24
São quatro as formas de se entender a Ceia do Senhor:
A primeira forma é a ensinada pela igreja católica, que prega a transubstanciação.
A segunda forma é a ensinada pela igreja luterana, que prega a consubstanciação.
A terceira forma é a ensinada por alguns irmãos reformados, vou chamá-los de "representativos".
A quarta forma é a ensinada de uma forma geral pelos presbiterianos.
Mas e os irmãos pentecostais? Assembléia de Deus, Capela da benção, Comunidades, etc...?
Pois bem, de uma forma genérica eles seguem, mais ou menos, a segunda forma.
Eu os divido nos seguintes grupos:
- O grupo do: é;
- O grupo do: "é";
- O grupo do: é "real";
- O grupo do: é lembrança;
Estes quatro grupos lêem o mesmo versículo mas ressaltam partes diferentes.
Lendo como transubstancialista: "... isto É O MEU CORPO que é partido por vós; fazei isto em memória de mim."
Lendo como consubstancialista: "... isto "É O MEU CORPO DE FORMA ESPIRITUALIZADA" que é partido por vós; fazei isto em memória de mim."
Lendo como "representativo": "...isto "É UMA REPRESENTAÇÃO REAL DO MEU CORPO" que é partido por vós, fazei isto em memória de mim."
Lendo como presbiteriano: "...isto é o meu corpo, que é partido por vós, fazei isto EM MEMÓRIA DE MIM."
Os que são transubstancialistas entendem que após a oração do padre, o elemento sólido da ceia e o vinho se tornam exatamente no corpo de Cristo e no sangue de Cristo.
Eles ressaltam o - é -
"E, comendo eles, tomou Jesus pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho, e disse: Tomai, comei, isto É O MEU CORPO." Marcos 14.22
"E disse-lhes: Isto É O MEU SANGUE, o sangue do novo testamento, que por muitos é derramado." Marcos 14.24
Eu de forma alguma aceito a transubstanciação, pois este entendimento torna a Santa Ceia num ritual de canibalismo, onde as pessoas estariam a comer o próprio corpo de Jesus, e estariam também a beber o seu sangue literalmente.
Os que são consubstancialistas entendem que não é o corpo literal nem o sangue literal, mas que são de uma forma espiritual o corpo e o sangue.
Então não se trataria de se alimentar literalmente, mas se trataria de um alimentar espiritualmente.
Eles ressaltam o - "é" -
Assim, estes irmãos, valorizam o culto de Ceia mais do que os outros cultos, pois neste dia eles estarão "comendo" espiritualmente o corpo de Cristo e "bebendo" espiritualmente o sangue de Cristo.
Ele colocam então o "é" entre aspas, pois é espiritualmente e não materialmente.
Assim eles entendem que se você fica muito tempo sem participar da ceia, você vai perdendo as forças espirituais e vai dormindo na fé e fraquejando.
Eu de forma alguma aceito a consubstanciação, pois este entendimento torna a Santa Ceia num ritual de misticismo, onde as coisas em si ou os fazeres em si, passam a ter uma "energia" mística e espiritual que elas não tem. A força espiritual de uma pessoa não vem de participar da ceia ou não.
Claramente se vê místicos assim, em cultos onde estes irmãos antes e principalmente logo após participar da Ceia, fazem "caras" e expressões "espirituais", mostrando assim aos outros que de alguma forma reverenciam aquele momento de "refeição" espiritual, e assim eles valorizam e não faltam aos cultos de Ceia, pois não querem ficar sem "alimentar-se". Nos outros cultos também é importante não faltar, mas nem tanto, assim se tiver que se ausentar, que não seja no dia da Ceia.
Os que são "representativos", dizem que os elementos nem se tornam em substâncias reais, nem se tornam em "substâncias espirituais", mas que no culto de ceia em especial teríamos uma "PRESENÇA REAL" de Jesus entre eles.
Assim num culto outro qualquer Jesus estaria somente presente espiritualmente... "Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles." Mateus 18.20
Mas no culto de ceia Jesus estaria presente realmente, pois estaria espiritualmente, e também estaria presente corporalmente representado pelos seus elementos na mesa.
Acho isto uma espécie de misticismo disfarçado.
Pois se o meu espírito estivesse numa sala, e lá também estivesse a minha fotografia "representando" o meu corpo, de forma alguma isto tornaria a minha presença real e completa de mim.
Desta forma, eu não aceito a idéia da "presença real", a não ser que seja dita pedagogicamente ou academicamente falando, mas mesmo assim acho ainda que tem uma pitada de misticismo por detrás da idéia.
Finalmente, os que não são nada disto que eu expliquei acima, nem transubstancialistas, nem consubstancialistas, nem místicos disfarçados, temos o grupo com quem eu me identifico:
São aqueles que entendem que a Santa Ceia é um memorial.
Em palavras bem simples, é como se estivéssemos comemorando um aniversário.
Em outras palavras, é uma representação visível, que envolva o maior número de sentidos possíveis, para que a lembrança e o aprendizado sejam marcantes, de um fato que lembramos, que é a morte e ressurreição do Senhor Jesus.
"Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós, fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." 1 Coríntios 11.26
Não se escandalize, de uma outra forma o texto "... todas as vezes que beberdes, em memória de mim..." me diz que é como se estivéssemos a brindar a memória do nosso Senhor e Salvador Jesus.
Portanto nada canibalístico, nada místico, nada semi-místico, apenas um "brinde".
Uma liturgia simples que nos faz pensar e lembrar que Ele deu sua vida para que nós tivéssemos perdão dos pecados passados, presentes e futuros, e que deixássemos de sermos escravos do pecado.
Uma lembrança... um memorial... que fazemos por fé, na certeza de que se Ele morreu e ressuscitou, assim também nós um dia morreremos mas voltaremos a vida na semelhança da sua ressurreição, e estaremos com Ele, e isto eternamente.
"Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor." 1 Coríntios 11.28-29
São quatro as formas de se entender a Ceia do Senhor:
A primeira forma é a ensinada pela igreja católica, que prega a transubstanciação.
A segunda forma é a ensinada pela igreja luterana, que prega a consubstanciação.
A terceira forma é a ensinada por alguns irmãos reformados, vou chamá-los de "representativos".
A quarta forma é a ensinada de uma forma geral pelos presbiterianos.
Mas e os irmãos pentecostais? Assembléia de Deus, Capela da benção, Comunidades, etc...?
Pois bem, de uma forma genérica eles seguem, mais ou menos, a segunda forma.
Eu os divido nos seguintes grupos:
- O grupo do: é;
- O grupo do: "é";
- O grupo do: é "real";
- O grupo do: é lembrança;
Estes quatro grupos lêem o mesmo versículo mas ressaltam partes diferentes.
Lendo como transubstancialista: "... isto É O MEU CORPO que é partido por vós; fazei isto em memória de mim."
Lendo como consubstancialista: "... isto "É O MEU CORPO DE FORMA ESPIRITUALIZADA" que é partido por vós; fazei isto em memória de mim."
Lendo como "representativo": "...isto "É UMA REPRESENTAÇÃO REAL DO MEU CORPO" que é partido por vós, fazei isto em memória de mim."
Lendo como presbiteriano: "...isto é o meu corpo, que é partido por vós, fazei isto EM MEMÓRIA DE MIM."
Os que são transubstancialistas entendem que após a oração do padre, o elemento sólido da ceia e o vinho se tornam exatamente no corpo de Cristo e no sangue de Cristo.
Eles ressaltam o - é -
"E, comendo eles, tomou Jesus pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho, e disse: Tomai, comei, isto É O MEU CORPO." Marcos 14.22
"E disse-lhes: Isto É O MEU SANGUE, o sangue do novo testamento, que por muitos é derramado." Marcos 14.24
Eu de forma alguma aceito a transubstanciação, pois este entendimento torna a Santa Ceia num ritual de canibalismo, onde as pessoas estariam a comer o próprio corpo de Jesus, e estariam também a beber o seu sangue literalmente.
Os que são consubstancialistas entendem que não é o corpo literal nem o sangue literal, mas que são de uma forma espiritual o corpo e o sangue.
Então não se trataria de se alimentar literalmente, mas se trataria de um alimentar espiritualmente.
Eles ressaltam o - "é" -
Assim, estes irmãos, valorizam o culto de Ceia mais do que os outros cultos, pois neste dia eles estarão "comendo" espiritualmente o corpo de Cristo e "bebendo" espiritualmente o sangue de Cristo.
Ele colocam então o "é" entre aspas, pois é espiritualmente e não materialmente.
Assim eles entendem que se você fica muito tempo sem participar da ceia, você vai perdendo as forças espirituais e vai dormindo na fé e fraquejando.
Eu de forma alguma aceito a consubstanciação, pois este entendimento torna a Santa Ceia num ritual de misticismo, onde as coisas em si ou os fazeres em si, passam a ter uma "energia" mística e espiritual que elas não tem. A força espiritual de uma pessoa não vem de participar da ceia ou não.
Claramente se vê místicos assim, em cultos onde estes irmãos antes e principalmente logo após participar da Ceia, fazem "caras" e expressões "espirituais", mostrando assim aos outros que de alguma forma reverenciam aquele momento de "refeição" espiritual, e assim eles valorizam e não faltam aos cultos de Ceia, pois não querem ficar sem "alimentar-se". Nos outros cultos também é importante não faltar, mas nem tanto, assim se tiver que se ausentar, que não seja no dia da Ceia.
Os que são "representativos", dizem que os elementos nem se tornam em substâncias reais, nem se tornam em "substâncias espirituais", mas que no culto de ceia em especial teríamos uma "PRESENÇA REAL" de Jesus entre eles.
Assim num culto outro qualquer Jesus estaria somente presente espiritualmente... "Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles." Mateus 18.20
Mas no culto de ceia Jesus estaria presente realmente, pois estaria espiritualmente, e também estaria presente corporalmente representado pelos seus elementos na mesa.
Acho isto uma espécie de misticismo disfarçado.
Pois se o meu espírito estivesse numa sala, e lá também estivesse a minha fotografia "representando" o meu corpo, de forma alguma isto tornaria a minha presença real e completa de mim.
Desta forma, eu não aceito a idéia da "presença real", a não ser que seja dita pedagogicamente ou academicamente falando, mas mesmo assim acho ainda que tem uma pitada de misticismo por detrás da idéia.
Finalmente, os que não são nada disto que eu expliquei acima, nem transubstancialistas, nem consubstancialistas, nem místicos disfarçados, temos o grupo com quem eu me identifico:
São aqueles que entendem que a Santa Ceia é um memorial.
Em palavras bem simples, é como se estivéssemos comemorando um aniversário.
Em outras palavras, é uma representação visível, que envolva o maior número de sentidos possíveis, para que a lembrança e o aprendizado sejam marcantes, de um fato que lembramos, que é a morte e ressurreição do Senhor Jesus.
"Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós, fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." 1 Coríntios 11.26
Não se escandalize, de uma outra forma o texto "... todas as vezes que beberdes, em memória de mim..." me diz que é como se estivéssemos a brindar a memória do nosso Senhor e Salvador Jesus.
Portanto nada canibalístico, nada místico, nada semi-místico, apenas um "brinde".
Uma liturgia simples que nos faz pensar e lembrar que Ele deu sua vida para que nós tivéssemos perdão dos pecados passados, presentes e futuros, e que deixássemos de sermos escravos do pecado.
Uma lembrança... um memorial... que fazemos por fé, na certeza de que se Ele morreu e ressuscitou, assim também nós um dia morreremos mas voltaremos a vida na semelhança da sua ressurreição, e estaremos com Ele, e isto eternamente.
"Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor." 1 Coríntios 11.28-29
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
O Batismo de Jesus
"Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós." 1 Pedro 3.15
Algumas pessoas que me conheceram desde menino e que tem mais intimidade comigo, me perguntam as vezes como que pode alguém como eu criado numa igreja que batiza por imersão, como pode ser de eu agora congregar numa igreja que batiza por aspersão.
Eu explico!
Para estes meus irmãos a palavra batismo é sinônimo de imersão.
E já leram tantas vezes a Bíblia com este entendimento, que é praticamente impossível quando diante desta palavra, entender outra coisa que não seja imersão.
Só que... na Bíblia esta palavra pode significar várias coisas...
Você duvida?
Então veja:
"Acabando Jesus de falar, um fariseu o convidou para almoçar com ele; e havendo Jesus entrado, reclinou-se à mesa. O fariseu admirou-se, vendo que ele não se lavara (batizara) antes de almoçar" Lucas 11:37-38
Neste caso a palava original traduzida como lavar, é a palavra batismo...
Mas para responder esta pergunta vou refletir sobre o batismo de Jesus.
Certamente se você pudesse escolher para si o tipo de batismo, imagino eu que você escolheria o mesmo batismo pelo qual Jesus passou.
Não seria assim?
Mas então eu pergunto, Jesus foi batizado por imersão ou por aspersão?
Você sabe responder?
Não precisamos especular.
A escritura responde.
"Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim? Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu." Mateus 3.13-15
O que significa "cumprir toda a justiça"?
Do que Jesus estava falando?
Por que ele tinha que ser batizado antes de iniciar seu ministério?
Jesus está dizendo aqui, que antes de iniciar seu ministério aqui na terra, ele precisava passar pela cerimônia de purificação pelo batismo, assim como os levitas tinham que ser também purificados antes de iniciar o seu ministério no Velho Testamento.
E como isto se dava?
Como era o ritual de separação e purificação dos levitas antes de iniciarem seus ministérios?
"E falou o Senhor a Moisés, dizendo: Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os; E assim lhes farás, para os purificar: Esparge sobre eles a água da expiação; e sobre toda a sua carne farão passar a navalha, e lavarão as suas vestes, e se purificarão." Números 8.5-7
Somente após a cerimônia de purificação o levita poderia exercer seu sacerdócio.
De igual forma, somente após seu batismo Jesus poderia exercer seu sacerdócio.
E tendo que cumprir a lei, o fez como a lei mandava, ou seja, por... aspersão.
Não estou dizendo aqui que não aceito o batismo por imersão, eu mesmo fui batizado no passado por imersão, por desconhecimento destas verdades bíblicas.
Estou refletindo aqui, apenas para que os meus amigos que não se conformam por eu congregar numa igreja que batiza por aspersão, estou dizendo a eles, que Jesus nosso Senhor foi batizado por aspersão, do contrário não teria cumprido o rito legal instituído por Deus a Moisés.
Mas... e se o próprio Deus tivesse que escolher de que forma nos batizaria, qual seria a forma?
Também não precisamos especular.
A escritura falando da restauração de Israel, falando profeticamente do batismo com o Espírito Santo na regeneração e falando do novo nascimento que Deus lhe dará nos diz:
"Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o meu espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis." Ezequiel 36.25-27
Não te parece que o nosso Deus prefere aspersão?
Eu confesso, que pessoalmente acho que a imersão é muito mais visual, e muito mais "esteticamente" impressionante, mas pouco importa o que eu penso, o que importa é o que a escritura nos revela.
"Persiste em ler..." 1 Timóteo 4.13a
Algumas pessoas que me conheceram desde menino e que tem mais intimidade comigo, me perguntam as vezes como que pode alguém como eu criado numa igreja que batiza por imersão, como pode ser de eu agora congregar numa igreja que batiza por aspersão.
Eu explico!
Para estes meus irmãos a palavra batismo é sinônimo de imersão.
E já leram tantas vezes a Bíblia com este entendimento, que é praticamente impossível quando diante desta palavra, entender outra coisa que não seja imersão.
Só que... na Bíblia esta palavra pode significar várias coisas...
Você duvida?
Então veja:
"Acabando Jesus de falar, um fariseu o convidou para almoçar com ele; e havendo Jesus entrado, reclinou-se à mesa. O fariseu admirou-se, vendo que ele não se lavara (batizara) antes de almoçar" Lucas 11:37-38
Neste caso a palava original traduzida como lavar, é a palavra batismo...
Mas para responder esta pergunta vou refletir sobre o batismo de Jesus.
Certamente se você pudesse escolher para si o tipo de batismo, imagino eu que você escolheria o mesmo batismo pelo qual Jesus passou.
Não seria assim?
Mas então eu pergunto, Jesus foi batizado por imersão ou por aspersão?
Você sabe responder?
Não precisamos especular.
A escritura responde.
"Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim? Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu." Mateus 3.13-15
O que significa "cumprir toda a justiça"?
Do que Jesus estava falando?
Por que ele tinha que ser batizado antes de iniciar seu ministério?
Jesus está dizendo aqui, que antes de iniciar seu ministério aqui na terra, ele precisava passar pela cerimônia de purificação pelo batismo, assim como os levitas tinham que ser também purificados antes de iniciar o seu ministério no Velho Testamento.
E como isto se dava?
Como era o ritual de separação e purificação dos levitas antes de iniciarem seus ministérios?
"E falou o Senhor a Moisés, dizendo: Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os; E assim lhes farás, para os purificar: Esparge sobre eles a água da expiação; e sobre toda a sua carne farão passar a navalha, e lavarão as suas vestes, e se purificarão." Números 8.5-7
Somente após a cerimônia de purificação o levita poderia exercer seu sacerdócio.
De igual forma, somente após seu batismo Jesus poderia exercer seu sacerdócio.
E tendo que cumprir a lei, o fez como a lei mandava, ou seja, por... aspersão.
Não estou dizendo aqui que não aceito o batismo por imersão, eu mesmo fui batizado no passado por imersão, por desconhecimento destas verdades bíblicas.
Estou refletindo aqui, apenas para que os meus amigos que não se conformam por eu congregar numa igreja que batiza por aspersão, estou dizendo a eles, que Jesus nosso Senhor foi batizado por aspersão, do contrário não teria cumprido o rito legal instituído por Deus a Moisés.
Mas... e se o próprio Deus tivesse que escolher de que forma nos batizaria, qual seria a forma?
Também não precisamos especular.
A escritura falando da restauração de Israel, falando profeticamente do batismo com o Espírito Santo na regeneração e falando do novo nascimento que Deus lhe dará nos diz:
"Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o meu espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis." Ezequiel 36.25-27
Não te parece que o nosso Deus prefere aspersão?
Eu confesso, que pessoalmente acho que a imersão é muito mais visual, e muito mais "esteticamente" impressionante, mas pouco importa o que eu penso, o que importa é o que a escritura nos revela.
"Persiste em ler..." 1 Timóteo 4.13a
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