terça-feira, 3 de novembro de 2009

Herança do Senhor

Parece que para alguns homens Deus dá duas valiosas heranças.
Filhos amáveis e uma esposa prudente.

"Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão." Salmos 127.3

"A casa e os bens vêm como herança dos pais; mas do SENHOR, a esposa prudente." Provérbios 19.14

Observando minha vida em perspectiva, percebo que o "ouro" é contadinho, mas as duas graças acima me caíram na mão de forma abundante.

E observo a alegria que um filho pode dar nas pequenas coisas.

Por exemplo, estava eu olhando o meu computador e navegando pelos diretórios, e me deparei com um texto salvo "fora de lugar" que eu não tinha escrito...

Abri, li, ri, pedi permissão para publicar e compartilho abaixo com meus amigos e possiveis leitores.
Mantive o texto original para não perder o "toque infantil".

É um texto da minha filha, que o escreveu sem que ninguém mandasse e o fez este ano, com 8 anos.

----

Era uma vez...

Era uma vez...Uma menina que todos a achavam bonitinha e fofinha.
O PAI Natan queria que ela se chamasse de Mônica e muitos outros nomes,já a avó gostava do nome Helena e já o outro avô queria o nome Hingrid,um nome que ela não gostou,e bem no dia que ela nasceu a MÃE escolheu o nome de JÚLIA,e o nome dela ficou JÚLIA GEBIEN DE OLIVEIRA! Essa menina cresceu e ficou cada vez mais bonita.
Com 8 anos ela descobriu que a MÃE estava grávida...Escolheram os nomes,se fosse menina iria ser BIANCA,se fosse menino iria ser TIAGO,e foi menino ,QUE FELICIDADE!
Eu sou JÚLIA, e lhe mostrei minha história!!! TCHAU!!!
----

Pensando nos meus filhos e na minha esposa, lembro muito da oração do Senhor Jesus... e faço dela as minhas palavras:

"Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal." João 17.15

terça-feira, 13 de outubro de 2009

De volta ao passado

Por circunstâncias da vida recentemente reencontrei um amigo do passado, e a última vez que conversamos, ambos ainda não tínhamos cabelo branco.

E este encontro acabou me levando a outro, e também "encontrei" virtualmente com outro amigo do passado, e descobri seu blog, que me lembra o cenário do meu passado e de forma singular apresenta pelas suas reflexões, um contexto religioso do qual já não faço parte.

Com ele aprendi a ler e admirar as histórias em quadrinhos do Asterix.

Para brindar as minhas memórias do passado e ao meu caro amigo Judson Ricardo Canto, escolhi uma de suas reflexões, que publico com permissão, retirada do seu blog "O Balido":

----

“Ovelha” não é elogio

Não sei por que nós, cristãos, fazemos tanta questão de dizer que somos ovelhas, porque, à exceção de algumas figuras televisivas que sentem prazer em exibir a própria imbecilidade via satélite ou por qualquer via em que tal seja aceita, os citados animaizinhos são as criaturas mais toscas da face da terra. A ovelha foi o animal que primeiro se deixou domesticar, concordando com as limitações do curral e submetendo-se ao humor do guia humano na obtenção de alimento e abrigo. Ela abandona os filhotes para não se separar do grupo, depois precisa ter a perna quebrada para não se perder do mesmo grupo pelo qual abandonou os filhotes e se cair de mau jeito não sabe nem se virar, morre de fome e sede contemplando o céu.

Foi a esse animal estúpido que o supremo Pastor nos comparou. Mas foi com o maior carinho. Ele esclarece: “Vocês são tosquinhas, mas eu sou bom”. Isso resolve a questão e também dissipa qualquer dúvida de malícia no epíteto pouco elogioso. Por ser bom, ele nos ama de verdade e nos defende com a própria vida. Seu cajado mágico nos conduz a vales deslumbrantes, onde nos regalamos no pasto cor de esmeralda e nas fontes de cristal líquido. Devolvemos a gentileza com lã, queijo roquefort e mesmo com a nossa carne, às vezes oferecida num sacrifício que não entendemos bem.

Há outros pastores também, alguns providos daquela bondade que define o vinho, apesar das inevitáveis deficiências, as quais tentam compensar com bons discursos, mesmo conscientes de que não atingirão as virtudes e metas neles proclamadas. São, no entanto, bons pastores, confiáveis até onde o homem pode ser. Proliferam, contudo, os pastores que têm no espírito puro vinagre, e as ovelhas só os seguem porque, como já se demonstrou, são burras e dependentes. Com promessas mirabolantes, eles conduzem o rebanho a pastagens estorricadas, dão-lhe água poluída com a mais nova fórmula de detergente e fazem tosquia no inverno. E a ovelha tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Entretanto, forçadas a conviver com as teologias malandras que redundam em anúncios de milagres a preço tabelado e poderes que não servem para nada, algumas ovelhas começaram a desconfiar, apesar de serem ovelhas. Foi assim que redescobriram o poder do balido, recurso que lhes permite expressar diretamente ao supremo Pastor os seus reais sentimentos, dúvidas e necessidades e até os seus protestos (olha só, ovelhas evoluem!), seja na privacidade de seu cantinho no curral, seja na publicidade da Internet. O bom Pastor entenderá e tomará providências. Outras ovelhas também entenderão. Já aqueles pastores de índole azedada se mostrarão indiferentes ou, na melhor (ou pior?) das hipóteses, ressentidos. Com isso, provar-se-ão capazes de outra proeza, entre as tantas que alardeiam: a de serem mais toscos que o rebanho.

sábado, 3 de outubro de 2009

Sobre o divórcio

O texto abaixo não tem o objetivo de julgar ninguém.

As reflexões que aqui faço, tem por objetivo principal de serem cartas a serem lidas pelos meus filhos e descendentes no futuro, quando eu já não mais estiver por aqui, e eles desejarem me conhecer.

Mas também é um alerta para todos os que são jovens e que pretendem se casar.

Casamento é coisa séria e pode trazer grandes alegrias e uma vida inesquecível, como também pode tornar a vida de uma pessoa insuportável.

Os itens abaixo são as minhas impressões do que a escritura fala a respeito do divórcio.
Agradeço a alguns amigos que leram o texto e me sugeriram correções.

Uma vez que o casamento cristão é na maioria absoluta dos casos, uma decisão para a vida toda, então é bom saber de antemão (antes de se casar) o que a Lei de Deus fala sobre o assunto.

----

1. Antes de tudo é preciso saber que Deus odeia o divórcio em qualquer situação.

"E perguntais: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. Não fez o SENHOR um, mesmo que havendo nele um pouco de espírito? E por que somente um? Ele buscava a descendência que prometera. Portanto, cuidai de vós mesmos, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. Porque o SENHOR, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio e também aquele que cobre de violência as suas vestes, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto, cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis." Malaquias 2.14-16

----

2. Devido a dureza do coração humano, em situações extremamente excepcionais, é possível apartar, mas sem direito a novo casamento. Caso não goste de ficar sozinho(a), tem o direito de reconciliar.

"Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher." 1 Coríntios 7.10-11

----

3. É possível apartar quando o cônjuge descrente não quer mais.

"Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz." 1 Coríntios 7.15

----

4. No caso do item (3), o cristão não está liberado para novo casamento uma vez que o Senhor Jesus diz expressamente que só existe uma exceção para novo casamento que é a infidelidade, assim o fim da servidão diz respeito a estar unido ao cônjuge, mas o crente ainda está impedido para novo casamento pela condição de impossibilidade delimitada pelo Senhor Jesus (não houve infidelidade, houve abandono no lar). Neste caso então o cristão abandonado fique sem casar, e aguarde até que se configure a infidelidade por parte do descrente que se apartou por iniciativa própria. Uma vez ele sendo infiel, então está livre para casar novamente.

"Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério]." Mateus 19.9
"Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher." 1 Coríntios 7.10-11

----

5. Novo casamento em caso de morte para o crente, somente se no Senhor (com outro crente). Por analogia, o novo casamento no caso do item (4) também só seria possível se no Senhor.

"A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor." 1 Coríntios 7.39
"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?" 2 Coríntios 6.14

----

6. "Repudiar" pode nos termos do item (2), mas não tem direito de casar novamente. "Repudiar" no caso de ser a vítima da infidelidade é possível, e a vítima está livre para novo casamento. Se o autor da infidelidade está livre para casar novamente, não sei dizer. Não estou falando de não crentes que estão nesta situação por ignorância da lei de Deus, falo de cristãos que sabem o ensino correto e foram já avisados da impossibilidade de novo casamento. Neste caso, para o autor da infidelidade, eu diria que “talvez” seja possível novo casamento somente após genuíno arrependimento, mas não tenho certeza. Cada um dará conta de si diante de Deus. O melhor caminho é buscar o perdão da vítima e a reconciliação. Caso a reconciliação não for possível então que fique sem casar.

"Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério]." Mateus 19.9
"... (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido).... 1 Coríntios 7.11

----

7. O cônjuge crente casado com um "crente" irrecuperável pode rotulá-lo como "gentio" e aplicar o item (2) (mesmo que o “irrecuperável” ainda queira permanecer junto) ou aplicar os itens (3) e (4) apartando-se caso o "irrecuperável" não deseje mais. Note-se que o novo casamento não é automaticamente liberado nestes casos, mas segue-se os itens (2), (3) e (4) conforme descritos anteriormente.

"E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano." Mateus 18.17
"Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz." 1 Coríntios 7.15

----

8. Não crentes que se convertem, e já estão enrolados no segundo ou posterior casamento, tudo é zerado e a sua união de então passa a valer no Senhor uma vez que os casamentos anteriores já não existem mais, pois foram desfeitos pelo adultério em tempos de ignorância da lei de Deus.

"Ande cada um segundo o Senhor lhe tem distribuído, cada um conforme Deus o tem chamado. É assim que ordeno em todas as igrejas. Foi alguém chamado, estando circunciso? Não desfaça a circuncisão. Foi alguém chamado, estando incircunciso? Não se faça circuncidar. A circuncisão, em si, não é nada; a incircuncisão também nada é, mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus. Cada um permaneça na vocação em que foi chamado. Foste chamado, sendo escravo? Não te preocupes com isso; mas, se ainda podes tornar-te livre, aproveita a oportunidade." 1 Coríntios 7.17-21

----

9. Adultério sem volta, casal que compreende que está em adultério depois de ministrada a Palavra (Exemplo: Cristãos que por ignorância ou ensino errado, se separaram e casaram novamente mesmo depois de cristãos): Neste caso devem se arrepender, e continuar a partir daí (serão perdoados e terão suas atuais uniões validadas).

"E agora, irmãos, eu sei que o fizeste por ignorância..." Atos 3.17
"Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam" Atos 17.30

----

10. Nas outras hipóteses, aplica-se a proibição do divórcio.

"E ele lhes disse: Quem repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério contra aquela. E, se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério." Marcos 10.11-12
"Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida? Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias." Romanos 7.1-3

----

11. Não há que se falar ou invocar os textos do Velho Testamento que permitiram o divórcio, pois Jesus sobre este assunto, nos deu novo mandamento que substituiu aqueles antigos, quando diz:

“Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite. EU, PORÉM, VOS DIGO que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.” Mateus 5.31-32.

----

Diante disto... pense bem antes de casar.

Cada caso é um caso, mas eu pessoalmente recomendo que namorem mais de um ano.
Um casal precisa brigar “feio” pelo menos uma vez antes do casamento, para que cada um tenha a oportunidade de observar e analisar o outro para vendo-o nos seus piores “dias” ponderar se irá suportá-lo depois de casado, onde muitos desentendimentos virão.

Nunca case baseado apenas na paixão do namoro, e por isto é bom esperar mais de um ano antes de casar. Afinal a paixão dura 4 ou 6 meses, e depois ela naturalmente esfria.

O amor do casal não é amor-paixão, mas é amor-razão.
O amor do casal é um amor que se renuncia em função da felicidade do outro, e isto racionalmente.

O melhor caminho é esperar no Senhor.

No tempo certo ele oportunizará as circunstâncias necessárias para que você conheça quem deva ou não (caso seja da vontade de Deus que você fique solteiro).

Se tudo der certo, poderás dizer como muitos:
“Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. O coração do seu marido está nela confiado,..” Provérbios 31.10-11

Louvado seja Deus pela minha amada esposa e pelo meu casamento!

domingo, 20 de setembro de 2009

Pecador Miserável?!

Recentemente troquei cartas com uma pessoa que me disse que não era nem pecador nem miserável.

Que diferença da minha própria condição!
Antes do novo nascimento sempre me senti um pecador miserável.

Eu era um pecador miserável não porque eu não tivesse nenhum valor em mim mesmo.

Eu era pecador porque eu pecava...
Eu lia o padrão moral da Deus nas Escrituras e simplesmente não conseguia cumpri-lo.
A Bíblia me dizia que o padrão de Deus era que eu não deveria cobiçar a mulher do próximo nem mesmo em pensamento... mas a realidade era que cotidianamente a luxúria me dominava.

A Bíblia me dizia que o padrão de Deus era que eu não deveria ser egoísta... mas a realidade era que o ego era senhor da minha vida nos mínimos detalhes.

Pecador...

“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.” Romanos 3.23

Era também miserável porque eu não conseguia me livrar do meu hábito de pecar....
Eu lia na Bíblia que aqueles que estão em Cristo são verdadeiramente livres da lei do pecado que habita neles... mas eu por mais que tentasse ser puro e agradar a Deus com a minha religiosidade, invariavelmente sempre voltava para o meu velho vômito.

Eu lia na Bíblia que o Espírito Santo me daria domínio próprio após o novo nascimento.... mas por mais que eu “simulasse” arrependimento e uma pseudo conversão, seguidor de fórmulas da conversão alheia.... por mais que tentasse, genuinamente o novo nascimento nunca brotava em mim.

Miserável... escravo da minha natureza pecaminosa.

“Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” Romanos 7.24

Antes nunca tivesse lido a Bíblia?
Não teria conhecido o padrão moral de Deus, e nem saberia o que é certo e o que é errado e a minha consciência não me consumiria.

“... Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.” Romanos 7.7

Mas pela misericórdia de Deus, eu li a Bíblia, e bati de frente com a lei de Deus, que me apontava claramente “Isto é pecado!”, “Isto também é pecado!”... e no tempo certo Deus através do Espírito Santo me convenceu do meu pecado, da justiça e do juízo, e não somente isto, Ele sobrenaturalmente operou o novo nascimento em mim.... então experimentei a liberdade e o fim da escravidão do pecado.

“E, quando ele vier (O Espírito Santo), convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.” João 16.8

De pecador miserável passei a liberto.
Por isto canto e faz tanta diferença para mim a letra desta música quando eu a canto e invariavelmente me emociono...

“Jesus amou-me assim
Pregado à cruz por mim
Morreu ali enfim
Por meu pecar.

Por meu delito e dor
Sofreu o meu Senhor
Na cruz vergonha e horror
Por meu pecar.

Para o calvário andou
Martírio ali passou
O preço então pagou
Por meu pecar.

Por mim na cruz sofreu
Com dor por mim morreu
Por crime que era meu
Por meu pecar.

Amor tão grande assim
Mostrou Jesus por mim
Sofreu a dor enfim
Por meu pecar.

Viu minha condição
E fez-me seu irmão
Por ele achei perdão
Para meu pecar.

Que Salvador sem igual
Mercê de Deus, divinal
Que nunca muda eternal
Porque me amou!”

Norman J. Clayton
Tradução Eroisa Queiros Salviano e Wilson Sastro Ferreira

“Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.” Romanos 8.1-2.